domingo, 17 de outubro de 2010

Dobre uma camisa em 8 segundos com a ajuda de um robô de Lego!

Que tal um robô para dobrar suas camisas? Junte suas peças de Lego e mande ver!

Não importa sua idade, você certamente já brincou de montar cidades alguma vez na sua vida. Se possível, com a ajuda de várias peças de Lego para dar conta do trabalho. Portanto, se dissermos para você que você pode dobrar camisetas com a ajuda de peças de Lego, você vai acreditar, certo?
Com a ajuda de peças de Lego, uma pessoa conseguiu criar um dispositivo que dobra roupas em poucos segundos, sem que seja preciso chamar sua mãe para isso.
De acordo com o autor do vídeo (changyunhsu), a máquina contava com delay de um segundo entre as sequências de dobra. Para provar que a pequena máquina de Lego pode dobrar mais rápido, foi postado um segundo vídeo, sem a espera entre uma e outra sequência.

Fonte Baixaki
A ideia veio por meio de dois vídeos publicados no YouTube. No primeiro, é mostrado como construir um dispositivo para dobrar camisas com papelão, já muito difundido pela internet nos últimos anos. O segundo mostra uma “máquina de dobrar” em ação, com a ajuda de peças de Lego.

Não é qualquer Lego

Você pode pensar: será que eu consigo fazer um igual? Certamente, porém não é qualquer Lego que dá conta do recado. A máquina criada nos vídeos foi criada com o Lego NTX Mindstrorms, feito especialmente para a criação de robôs.
Lego feito com o NTX Mindstroms
Fonte da Imagem: Divulgação/Lego
O NTX é o cérebro de um robô inteligente criado com peças de Lego, que faz com que qualquer criação tome vida e comece a realizar diferentes operações, como dobrar uma camisa. Diga se você não quer um desses de presente no próximo Natal!

domingo, 10 de outubro de 2010

Memórias a água já!

O intuito das tecnologias de maneira geral é compor sistemas que saciem a necessidade dos usuários por informações, sejam elas de cunho profissional, educacional ou entretenimento. O desenvolvimento tecnológico computacional é impulsionado pela ânsia das pessoas em adquirirem conhecimentos, a cada dia que passa, em menor tempo.
A memória RAM, por ser um dos recursos cruciais para que um computador execute aplicativos com efetividade, tem sido aperfeiçoada constantemente. Mas o foco de desenvolvimento passou da capacidade de armazenamento (de 512 MB, 2 GB e assim por diante) para a velocidade de transmissão dos pacotes de bits (medida em frequência, como 400 MHz, 1066 MHz e 1600 MHz).
Esse contexto promove o investimento e desenvolvimento de componentes eletrônicos cada vez mais potentes, como é o caso da Kingston com a sua linha HyperX H2O – pentes de memória com até 6 GB e 2000 MHz. Porém, esse drástico aumento na frequência da troca de dados tem um efeito colateral para o equipamento: o superaquecimento.

Pentes de memória RAM cada vez mais potentes!
Mas como chegamos a especular tanta velocidade de processamento? Quais são as medidas tomadas para que a memória RAM proporcione a potência que desejamos sem danificar a máquina?


A evolução da tecnologia é inevitável.

A evolução atual desse tipo de pente é o chamado DDR2, o qual dobra novamente a capacidade de leitura por ciclo, reduz o consumo de energia, ameniza a interferência de ruídos elétricos e aumenta a frequência do clock. A geração da tecnologia que anda tomando conta do mercado é o DDR3, responsável por transferir dados a uma frequência de 800 a 2400 MHz, economizar cerca de 30% de energia em relação ao seu antecessor e garantir com folga a execução de gráficos e softwares de alta performance.
Como você deve ter percebido, os 512 MB de um pente com 400 MHz eram convenientes há cinco anos, mas hoje essas taxas são precárias e não suprem satisfatoriamente a necessidade de usuários comuns, quem diria a ânsia dos entusiastas e gamers hardcore.

Quando o ar não surge mais efeito?

Para acompanhar o aprimoramento dos processadores (os quais hoje chegam a ter quatro núcleos), os pentes de memória ganham cada vez mais agilidade na troca de dados. Esse trâmite de pacotes de bits entre o cérebro da máquina (o processador) e os softwares ativos ocorre de forma extremamente rápida (os modelos DDR3 atingem até 2400 MHz, o que representa, na teoria, 2,4 bilhões de dados enviados por segundo!).
HyperX H2O, a nova linha de memórias RAM da Kingston.

É tanta potência que o ar não tem oferecido resultados satisfatórios na refrigeração desse tipo de recurso eletrônico. A saída das fabricantes foi apelar para a água! É o caso da Kingston com a sua nova linha de pentes de memória, a HyperX H2O. Os novos modelos da multinacional contam com um sistema de resfriamento composto de líquidos acoplado ao componente.
Segundo os desenvolvedores, a novidade foi projetada para desempenhar altas velocidades em situações extremas. Além disso, a série de memórias RAM é silenciosa e não perde sua confiabilidade por utilizar um sistema de resfriamento diferenciado. Sendo assim, ela é ideal para gamers e entusiastas da informática.
Neste primeiro momento de lançamento, estão disponíveis três kits: um com 6 GB, triple-channel e frequência de 2000 MHz; e outros dois dual-channel, 4 GB de cache e 2000 ou 2133 MHz. De acordo com os responsáveis pelos HyperX H2O, a temperatura do pente não passa dos 65 graus Celsius, longe dos 85 graus prejudiciais para seu funcionamento.
Pentes com maior frequência exigem melhor refrigeração.
Divulgação/Kingston
A Kingston ainda oferece garantia vitalícia e suporte técnico 24 horas por dias nos 7 dias da semana. Você nunca teve tanta mordomia, não é mesmo? Se você quiser levar um desses para casa terá que desembolsar de US$ 107 a US$ 235.
Daqui em diante
Podemos observar que o foco de aperfeiçoamento nas tecnologias de memória volátil dos computadores tem sido direcionado não mais para o aumento de armazenamento em cache e sim na velocidade de troca de dados. Com 6 GB, tomando como exemplo um dos produtos da nova linha da Kingston, sua máquina tem capacidade suficiente para rodar os games mais parrudos e programas mais robustos sem titubear.
A tendência daqui para frente é que surjam pentes de memória cada vez mais rápidos, e não “maiores”, como vinha acontecendo até aqui. Entretanto, para usufruir de tanta qualidade e potência de processamento o custo é elevado. Se você está com seu porquinho transbordando e tem o perfil de entusiasta da computação, adquirir um equipamento desse nível é um excelente investimento.

Fonte: Baixaki Tecnologia

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O Homem de ferro já existe, é real!

“Iron Man” ou “O Homem de Ferro”, é um filme da Marvel Studios. No filme, um homem de negócios genial inventa uma espécie de armadura com uma força extraordinária.  Mas quando surgirá o primeiro Homem de Ferro da vida real?

O exoesqueleto Sarcos XOS é um dispositivo impressionante. O equipamento permite que o usuário levante uma quantidade infindável de peso; 500 flexões com cem quilos são para ele tão fáceis como é para nós carregar uma sacola de compras do carro até a cozinha de casa. O usuário do equipamento sente apenas um décimo do peso total sendo levantado. Levantar e mover recipientes de 30 kg é igualmente fácil. A máquina segue os movimentos do usuário copiando seu comportamento milhares de vezes por segundo. Um computador integrado faz o monitoramento e amplifica a força do usuário com o exoesqueleto robótico.
O exoesqueleto japonês HAL não é apenas um dispoisitivo incrível, HAL significa, em tradução livre “membro auxiliador hibrido” e seu criador pretende adaptá-lo no futuro para ser utilizado por deficientes físicos. O HAL-5 em 2008 estimava-se que iria custar cerca de 20 mil dólares.

Pasmem em 2010 a Raytheon-Sarcos anunciou uma nova versão – que gasta menos energia e é menos pesada – de uma armadura que gasta menos energia, é menos pesada e usa menos músculos para levantar objetos. A relação entre o peso real e o percebido subiu de 6:1 para 17:1 nessa segunda geração. Um objeto que pesa 22 kg parece ter apenas 1,3 kg e outro de 90 kg, como se tivesse só 5,4 kg.

Com a XOS 2, o engenheiro de testes Rex Jameson conseguiu quebrar quatro tábuas (de 2,5 cm de espessura cada) amarradas e levantar várias vezes uma bala de canhão de 90 k, revelou o site Popsci na segunda-feira (27/10).

A nova geração também consome 50% menos energia e pesa cerca de 10% menos do que a anterior, o que poderá ser útil em futuras versões militares e para o mercado de construção.

A XOS Exoskeleton permite mover objetos pesados de forma mais rápida e mais precisa do que uma grande máquina, permitindo ao operador pegar e mover esses objetos durante todo o dia sem se cansar. Com a armadura, ele é capaz de fazer o trabalho de dois ou três trabalhadores que não a usam.

Embora a armadura pese 88 kg, Jameson diz que "a sensação é de que o traje é tão leve que parece um casaco de inverno". Vejam o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=-UpxsrlLbpU

sábado, 2 de outubro de 2010

Instalando windows no Pen drive com o Win to Flash



Instalar o Windows através de um dispositivo USB é mais rápido e simples. O problema está em "converter" a instalação contida no DVD para um pendrive. Não que o procedimento seja difícil; na realidade, é bem simples. Mas o fato de ter que apelar para o prompt de comando assusta muita gente.

COM o WinToFlash, que faz exatamente o que você deve estar pensando: cria instalações do Windows em dispositivos de armazenamento USB. O programa é gratuito, portátil (dispensa instalação), e faz todo o trabalho através de um assistente simples. Ah, também traz o idioma português como opcional.

O WinToFlash funciona com as últimas versões do Windows, inclusive as destinadas a servidores: XP, Vista, 7, Server 2003 e Server 2008. Além disso, também trabalha com Windows PE (BartPE). Ao invés de carregar o Windows bootável num CD, agora dá para ter o sistema num pendrive - o que é bem mais prático e seguro.

Disponível aqui. Quem usa o Windows 7 verá, ao abrir o programa, a mensagem "WinToFlash DLP_NotFound"; os desenvolvedores já estão cientes disso, trata-se apenas de um aviso de que o programa não foi testado nessa versão do Windows. Eles prometeram corrigir esse bug, e avisam que ele não interfere no uso do software.Download a qui

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Semáforo com endereço IP poderá reduzir engarrafamentos

Pesquisadores propõem uso de faróis conectados que, por meio de sensores, perceberiam o fluxo dos carros ao redor

Aqueles que perdem horas dentro dos carros nas ruas das grandes cidades já podem renovar suas esperanças por um trânsito melhor. Dois cientistas europeus sugerem ter encontrado uma forma de reduzir os congestionamentos por meio de mudanças no modo como os sinais de trânsito operam.
Os pesquisadores – Dirk Helbing, do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, e Stefan Lämmer, da Universidade de Dresden, na Alemanha – propõem mudanças no modo como os semáforos são temporizados, usando uma combinação de tecnologia de sensores, análise de dados e redes de computadores.
Em vez de coordenar a temporização das luzes ao longo das vias de forma a antecipar o fluxo costumeiro de tráfego, como é feito tradicionalmente, os pesquisadores sugerem deixar que os próprios semáforos decidam quando devem ficar verdes ou vermelhos.
“Em vez de aguardar por um ponto certo no tempo antes de mudar para verde, nós propomos que o semáforo deveria esperar por um número crítico de veículos prontos para passagem. Esse número máximo é determinado pela saturação do fluxo”, explicaram os pesquisadores, em um estudo do Santa Fe Institute.
Tal abordagem poderia reduzir os congestionamentos de 10% a 30%, disseram os pesquisadores.
Padrões comuns
Nas vias de trânsito mais intenso, os semáforos costumam ser temporizados e coordenados por meio de uma abordagem “top-down”. Os engenheiros de trânsito programam a temporização das luzes para antecipar os padrões comuns de tráfego. Múltiplas luzes de tráfego podem ser coordenadas para permitir que um grupo de veículos trafegue pela via sem parar, um efeito que os engenheiros chamam de “onda verde”.
Embora esta abordagem ajude imensamente a aumentar a velocidade dos carros em seus trajetos, os pesquisadores argumentam que ela ainda não leva em conta as variações no tráfego.
O trânsito raramente flui de maneira tão suave como sugerem os modelos de tráfego, afirmam os pesquisadores.
Autonomia
Os pesquisadores querem dar, para cada semáforo, alguma autonomia para escolher quando mudar de cor. Um semáforo poderia ser conectado a sensores que mostrariam o tráfego que chega e o que sai. Com algum processamento interno, o sinal então poderia decidir que via tem mais necessidade de luz verde. Os intervalos de sinal verde seriam solicitados apenas quando houvesse demanda definida para ele”, escreveram os pesquisadores. Pelo menos um grande fornecedor de tecnologia – a IBM – enxerga uma oportunidade de mercado em sistemas mais avançados de gerenciamento de tráfego.
A IBM Research vem desenvolvendo um sistema de previsão de tráfego urbano, chamado Traffic Prediction Tool (TPT). O sistema, que tem sido testado em diversas cidades, como Cingapura, pode receber dados de vários sensores na via e, por meio de um modelo de fluxo de tráfego para cada cidade, mostra não apenas onde estão os congestionamentos em tempo real, mas prevêem onde os engarrafamentos poderão ocorrer.

Dados recentes
“Nós calibramos um conjunto de modelos com os dados mais recentes, e esses modelos são aplicados à alimentação de dados em tempo real”, disse a pesquisadora Laura Wynter, da IBM, que trabalha no sistema.
Embora a proposta do Santa Fe Institute seja dar autonomia aos semáforos para tomar decisões, os pesquisadores admitem que uma autonomia total para cada semáforo poderia produzir o caos no fluxo total do trânsito. Os semáforos ainda precisam de alguma supervisão externa, dizem. Eles propõem um método de controle dinâmico sob o qual cada semáforo poderia levar em conta os padrões de trânsito dos semáforos vizinhos e, juntos, poderiam produzir um fluxo de tráfego mais eficiente.

IDG News Service/Nova York 01-10-2010 (Joab Jackson)

Norma que permite trazer celulares e câmeras sem impostos já está valendo

Medida também vale para players como o iPod, desde que trazidos para uso pessoal e limitados a uma unidade de cada produto

A Instrução Normativa 1.059, que promulga novas regras para quem traz bagagem do exterior, começa  a ser adotada nesta sexta-feira (01/10). Entre as alterações, está a possibilidade de trazer itens eletrônicos do exterior sem a necessidade de pagamento de tributos.
A partir desta instrução, será possível trazer celulares, câmeras fotográficas e players como o iPod livre de impostos, desde que o usuário consiga provar que adquiriu este produto para uso pessoal. Além disso, a isenção dos tributos valerá apenas para uma unidade de cada produto. Gadgets como notebooks e filmadoras, entre outros, não serão beneficiados. Mas outros dispositivos eletrônicos voltados para carros, como GPS, MP3 e tocadores de CD e DVD também estão liberados.
A instrução também determina que o viajante que sai do Brasil levando algum produto importado em sua bagagem (notebooks, players, filmadoras, etc) não precisa mais apresentar uma declaração relatando o que está sendo transportado. Ao invés disso, ele precisará mostrar a nota fiscal dos equipamentos. Com isso,  tais equipamentos não serão contabilizados na cota limite de produtos para isenção de imposto.
A Receita Federal montou em seu site uma seção de Perguntas e Respostas, para esclarecer as dúvidas em relação às novas normas. Para acessá-la, basta clicar aqui.

Rui Maciel, do IDG Now! 01-10-2010

Login por reconhecimento facial no GNOME e KDE

O PFA – pam-face-authentication – é um módulo de autenticação baseado em reconhecimento facial, implementado em código aberto, que permite realizar operações de autenticação (por exemplo: o login do ambiente gráfico, ou uma chamada ao comando sudo) a partir da identificação do seu rosto, captado a partir de uma webcam comum.
Reconhecimento facial é uma das formas mais comuns pelas quais nós humanos autenticamos uns aos outros, mas sua implementação em computadores não é tão simples assim – nós nos reconhecemos mesmo em condições ruins de iluminação e em ângulos inesperados, mas programar isso em uma máquina é algo bem mais complexo.
Mesmo assim, o código para reconhecimento facial básico no desktop de código aberto, voltado a usuários domésticos, está disponível desde 2008, funciona igualmente no GNOME e KDE (e vários aplicativos – todos os que suportem autenticação via PAM), e é voltado especificamente ao suporte de aplicações no desktop. Veja neste vídeo um exemplo do PFA em funcionamento para o login do usuário no KDE.
Infelizmente o grau de maturidade deste recurso ainda o torna um exemplo dos projetos de código aberto que, embora interessantes, acabam sendo pouco usados por usuários finais porque não vêm pré-instalados nas distribuições mais comuns, e sua ativação manual acaba gerando um pouco mais de trabalho e complexidade do que os usuários desktop estão acostumados a esperar.
Para ter uma ideia dos passos necessários para ativar o PFA em uma distribuição corrente, este artigo voltado ao Ubuntu publicado no início desta semana pode servir como ilustração – ele explica uma série de passos, desde a instalação de ferramentas de compilação, o download do código-fonte, a compilação em si e a ativação no GDM, o gerenciador de logins default do GNOME.
Claro que nem sempre é tão complicado: por exemplo, um usuário brasileiro chamado Alessandro de Oliveira Faria disponibilizou um pacote RPM do PFA para o openSUSE 11.3, pronto para instalar e testar.
A comunidade de desenvolvedores do PFA está com um wiki para explicar como instalar em várias distribuições, mas no momento em que escrevo ele ainda está com pouca informação – tomara que logo esteja repleto e, mais que isso, tomara que não demore a ser desnecessário consultar documentação para instalar o PFA nas distribuições mais comuns.

site do PFA é o local em que você pode encontrar mais informações para usuários, desenvolvedores e outros interessados nessa tecnologia. Se você aguardar, é provável que o projeto não tarde a ser incluído em distribuições populares, mas por enquanto, ainda que com procedimentos mais complicados, já dá de instalar e testar – mesmo que seja para impressionar os colegas.

AugustoCampos 30/09 10:00

Nintendo anuncia lançamento de mini-console 3D em 2011 no Japão

Portátil custará cerca de 300 dólares no país; aparelho chega aos Estados Unidos e Europa no mês seguinte.

Contrariando rumores recentes a Nintendo anunciou em 29/9, que o aguardado portátil 3DS será lançado no Japão em 26 de fevereiro do próximo ano, custando 25.000 ienes (cerca de 300 dólares).
O presidente da companhia, Satoru Iwata, realizou o anúncio em uma lotada conferência de imprensa em Chiba, cidade próxima a Tóquio, no Japão.
Além disso, a fabricante japonesa afirmou que o console, o primeiro portátil com uma tela 3D, chegará ao mercado norte-americano e europeu em março de 2011. Maiores detalhes serão informados a seguir pelas subsidiárias locais da Nintendo. Até o momento não foram anunciadas informações de lançamento no mercado brasileiro.
O aguardado Nintendo 3DS permite que o usuário jogue games em 3D sem a necessidade de óculos especiais. O primeiro Nintendo DS foi lançado em 2004 e já passou por algumas revisões desde então. A companhia estima que foram vendidas 132 milhões de unidades do portátil entre o seu lançamento e junho deste ano.
Apesar do número alto, as vendas mais recentes do console tem apresentado queda, sendo que entre abril e junho de 2010, os números trimestrais caíram quase pela metade.
A Nintendo espera que o 3DS retome o interesse do mercado pela linha de portáteis.

Saiba mais: "Preview: testamos o Nintendo 3DS" (http://migre.me/1qQSP)

IDG News / Japão 29-09-2010

Pacote de segurança da Microsoft será gratuito para pequenas empresas

Segundo a fabricante, a partir de outubro, pacote Security Essentials poderá ser instalado sem pagamento de licença em até 10 computadores.

A partir do mês do mês que vem, a suíte de segurança Microsoft Security Essentials (MSE) poderá ser utilizado gratuitamente por pequenas empresas que queiram instalá-lo em até 10 computadores. O software está disponível para Windows XP, Vista e 7.
Embora gratuito para consumidores domésticos, o programa , que substituiu o pacote de segurança Microsoft One Care, obrigava que empresas de pequeno porte pagassem por um licença de utilização.
"Muitos consumidores e um número crescente de pequenas empresas não querem ou não podem arcar com os custos de assinatura de um pacote de segurança", declarou Eric Foster, da Microsoft, em um post no blog da Microsoft.
O MSE usa o mesmo núcleo utilizado na proteção antimalware para grandes empresas. A aplicação tem recebido críticas favoráveis de agências independentes de segurança e de publicações voltadas para hardware de computador, como a PCWorld.
"O MSE teve bom desempenho em testes realizados pela agência independente AV-Test.org, que avalia a rapidez e a eficácia dos principais produtos de segurança. No quesito usabilidade, o programa recebeu pontuação considerada alta, sendo superior a concorrentes como AVG Internet Security 9.0 e Panda Internet Security 2010", observou J. Peter Bruzzese,  da Infoworld,  em um recente reportagem.
"No entanto, em termos de proteção e restauração, sua perfomance foi inferior a outros como AVG, F-Secure Internet Security 2010, Kaspersky Internet Security 2010, Panda e Symantec Norton Internet Security 2010", comentou.
Com a mudança, a fabricante espera atingir, principalmente, lojas com baixo orçamento.
IDG News Service 30-09-2010 (Jeff Bertolucci)

Smartphones com Android

Smartphones com Android: Street View em português já está disponível

Ferramenta que permite integrar o serviço da Google ao Maps já foi baixada mais 250 mil vezes na loja de apps do sistema operacional.

Era óbvio que o Android, sistema operacional que equipa smartphones de diversas marcas, teria o Street View como complemento. Para usar o aplicativo no Google Maps, é preciso baixar o complemento no mercado. Veja como, passo a passo:
Abra o aplicativo "Android Market", que aparece com o nome apenas de Market, no menu de programas do smartphone.
Pressione o ícone em forma de lupa, do lado direito ao lado do título do aplicativo Market. Um campo de buscas será exibido. Nele, você deve digitar a palavra "Street View". Dependendo da velocidade de sua conexão com a web, após digitar as letras iniciais, a sugestão do Street View é exibida na lista de resultados, normalmente na parte inferior da tela.
Pressione a palavra Street View que é exibida e, na tela seguinte, escolha o aplicativo "Street View no Google Maps". Em questão de pouco tempo o aplicativo estará instalado em seu smartphone.
Agora, abra o aplicativo Street View, que deve estar exibido na relação de programas do smartphone. Clique nele e escolha o endereço em um das cidades que foram e estão sendo fotografadas. Por enquanto, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão no banco de imagens da Google, incluindo partes das regiões metropolitanas.
Para modificar o ângulo de visão, basta arrastar o Pegman (aquele homenzinho amarelo) e posicioná-lo onde deseja ter visão da localidade.
Dependendo do hardware, os usuários podem dar um zoom na tela e ver de perto as ruas e pessoas andando nelas. Por questões legais, os rostos estão borrados. Em smartphones Android 2.1 e 2.2, o Street View funciona perfeitamente. Resta averiguar se o aplicativo também está disponível para as versões mais antigas do sistema operacional Google.
Até as 14h de hoje, o software já registrava 250 mil downloads e o serviço estava lento (usando uma conexão WiFi, por volta das 17h).

Redação do IDGNOW! 30-09-2010